“QUANDO AS SOMBRAS AMEAÇAM O CAMINHO, A LUZ É MAIS PRECIOSA E MAIS PURA."
(Espírito Emmanuel, in "Paulo e Estêvão", romance por ele ditado a Chico Xavier)
Meus Amigos e blogAmigos!
terça-feira, 7 de junho de 2011
A PAZ DA "VELHA CHICA"
Antigamente a velha Chica
vendia cola e gengibre
e lá pela tarde ela lavava a roupa
do patrão importante;
e nós os miúdos lá da escola
perguntávamos à vóvó Chica
qual era a razão daquela pobreza,
daquele nosso sofrimento.
Xé menino, não fala política,
não fala política, não fala política.
Mas a velha Chica embrulhada nos pensamentos,
ela sabia, mas não dizia a razão daquele sofrimento.
Xé menino, não fala política,
não fala política, não fala política.
E o tempo passou e a velha Chica, só mais velha ficou.
Ela somente fez uma kubata com tecto de zinco, com tecto de zinco.
Xé menino, não fala política, não fala política.
Mas quem vê agora
o rosto daquela senhora, daquela senhora,
só vê as rugas do sofrimento, do sofrimento, do sofrimento!
Xé menino, não fala política,
não fala política, não fala política.
E ela agora só diz:
“- Xé menino, quando eu morrer, quero ver Angola viver em paz!
Xé menino, quando morrer, quero ver Angola e o Mundo em paz!”
domingo, 5 de junho de 2011
AOS QUE NOS TARDAM

Nascer é entrar numa prisão corporal em busca de meios mais eficientes para expressar nosso potencial subjetivo.
A limitação produz ciclos de tempo recorrentes que servem de oportunidade para superá-la e expandir-se na direção do que for pretendido.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
DERIVANDO & DERIVADO

Imagem: by Gustavo Miranda/Agência O Globo/O Estadão
sábado, 28 de maio de 2011
O D' LÁ

“Os olhos te foram dados para engano
e o que sentes não cabe na tua mente.
O que não és, e o porque, fingem-te humano.
Tua vida é vivida por outro ente.
Este mundo que vês, não estás nele,
Nem coisa alguma nele há que te importe.
Pois teu sentido e ser, fim e começo,
é a vida que aguarda além da morte.”

terça-feira, 17 de maio de 2011
É bom deixar a saudade florescer, sempre.
Hoje está fazendo cinco anos que, depois de cinqüenta e três anos juntos, nos separamos. Tem horas que acho que isso é tempo demais. E logo me dou conta de que tudo parece ter sido ontem. Não. Não falo do tempo juntos, falo desses cinco anos agora.
Há dias venho pensando muito em você, nas coisas que nos falamos, no seu jeito simples mas especial de ser, no seu dom de fazer amizades... Coisas da saudade, eu sei. Ah, lembra-se de quando eu pensava em você com um pouco mais de percepção, e logo vinha a confirmação de que você também estava pensando em mim, me chamando pra perto de você? É. A gente ria disso, não? Era muito bom... e inesquecível!
Olha, como diz o autor aí do texto, coração da gente é terra que ninguém entra mesmo; toda vez que a saudade de você me envolve, pego o violão e, sozinho na sala, dedilho aquela canção instrumental que escrevi especial pra você com muito amor. E ninguém em casa percebe esse instante, exceto eu e meu coração. Melhor assim, acho. Ficamos só nós dois, né?
Domingo você não me saía da cabeça, e até imaginei que daí também pensava em mim, e talvez até tivesse alguma coisa pra me dizer. Isso ainda é coisa daquela força que sempre nos uniu, não? Então fiquei a tarde toda ouvindo as muitas canções de Vicente Celestino que eu sei você mais gostava: Patativa, Luar do sertão, Coração materno, Rasguei o teu retrato, O ébrio, Noite cheia de estrelas e tantas outras, que ouvi e reouvi por diversas vezes, sem me cansar.
Mas foi em Ouvindo-te, daquele elepê que você tinha, que a saudade arrochou mais. Consegui até ver você pelo quintal, na sua cozinha, de aventalzinho, cantando-a
lindamente, no mesmo soprano só seu, com aqueles seus hábeis floreados na voz, tal qual Gilda de Abreu, mulher de Vicente....e eu tenho certeza de que VOCÊ ESTAVA PERTO DE MIM naquele instante, Mãe, porque a senti!
Fonte do excerto: livro Vermelho Amargo, do escritor mineiro Bartolomeu Campos de Queirós. São Paulo : Edit. Cosac Naify, 2011, p. 44.
terça-feira, 3 de maio de 2011
UMA MENININHA TRISTE
Aqui em inesquecível interpretação duma canção com letra cheia de pureza juvenil, de uma menininha triste que contava os pingos da chuva...
Little girl blue é de 1935, composta por Richard Rodgers (música) e Lorenz Hart (letra).
Abaixo, a outra Janis, toda à flor da pele, em BALL & CHAIN, com sua superbanda Big Brother and the Holding Company, da qual era apenas a vocalista, num blue puríssimo.
...por essa e por outras é que aqueles Anos 60 são tão inesquecíveis (ao menos pra mim).
quarta-feira, 27 de abril de 2011
HÁ DIAS EM QUE TUDO SE ADIA
longos, largos, (turbu)lentos...

também,
tão bem...
terça-feira, 19 de abril de 2011
COMO ERA BOM SER TERRÍVEL... E A GENTE SABIA.
...antes tarde (da noite) que nunca. Rei é rei!
Parabéns a ele pela nov'idade hoje.
terça-feira, 12 de abril de 2011
NOSSO LAR & NOÇÕES DE LAR
sábado, 26 de março de 2011
NADA É SEM TEMPO NEM QUÊ NEM PRA QUÊ
tiver conversando com algum amigo ou ouvindo-o detidamente, e de repente uma situação qualquer o levar a podar o diálogo, não se deslembre de, restabelecida a oportunidade – e ela sempre vem –, ter refinada iniciativa de retomar do ponto em que vinha. O tempo pode lhe parecer muito valoroso, a materialidade fascinante, mas seu império pessoal sobre ambos é tão duradouro quanto o vigor da chama dum fósforo.Digo isto porque, apesar de certas circunstâncias serem sábia e tempestivamente sustáveis para amadurecimento, e da provável balda de deseducado que se pode sofrer em eventual falta de apreço pelo que lhe dizia o tal amigo, entretanto realidade mais intensa carece ser notada: a Vida neste Plano é a ponteiros, se sabe, no entanto seu relógio vai por corda em fio frágil ou bateria limitada, movidos que são os três pela geral transitoriedade; a ocasião cortada de inopino pode escapar-lhe certa e definitivamente assim como definitivo e certo é que a madrugada se renda a todo amanhecer.
Não creia sejamos essências com movimento contínu
o, espécies de perpetuum mobile, que isso ainda é apenas vã teoria científica da fecunda, mas pouco resistente da mente humana, nem aguarde pela reencarnação, que é certa, particularmente creio, como igualmente tenho fé de que com ela não se lhe darão privilégios senão novos compromissos a resgatar com vistas à renovação e aprimoramento; o Creador sabe o cerne de sua criatura. Nada é sem quê nem pra quê!Então, devolvida a chance do diálogo aparteado, retome-o, que a nova ocasião não se dá nem se dará sem desígnio. Todavia o faça antes que leia ou seja lido num obituário, que aí outra será a Dimensão e o tema central poderá ser o tal amigo ou você, quiçá queixando-se – também creio – ao Divino, e Ele sorrindo-lhes lindamente, como o professor paciente que vê seu pupilo embaraçado ao segurar o lápis pela primeira vez!
Imagens: by arquivo pessoal de jrb
sábado, 19 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
TUDO A SEU TEMPO
Turn, Turn, TurnVire, vire, vire
To every thing (turn, turn, turn)
There is a season, turn, turn, turn,
And a time to every purpose under heaven
Para cada coisa (por sua vez, por sua vez, por sua vez)
há uma temporada, por sua vez, por sua vez, por sua vez
e um tempo para todo propósito debaixo do céu
A time to be born, a time to die
A time to plant, a time to reap
A time to kill, a time to heal
A time to laugh, a time to weep
Um tempo para nascer, de uma hora para morrer
um tempo para plantar, um tempo para tirar
um tempo para matar, um tempo para curar
um tempo para rir, um tempo para chorar
To everything (turn, turn, turn)
There is a season (turn, turn, turn)
And a time to every purpose under heaven
Para tudo (vire, vire, vire)
há uma temporada (por sua vez, por sua vez, por sua vez)
e um tempo para todo propósito debaixo do céuA time to build up, a time to break down
A time to dance, a time to mourn
A time to cast away stones
A time to gather stones together
Um tempo para construir, um tempo para quebrar
um tempo para dançar, um tempo para lamentar
um tempo para jogar fora pedras
um tempo reunir pedras
To everything (turn, turn, turn)
There is a season (turn, turn, turn)
And a time to every purpose under heaven
Para tudo (vire, vire, vire)
há uma temporada (por sua vez, por sua vez, por sua vez)
e um tempo para todo propósito debaixo do céuA time of love, a time of hate
A time of war, a time of peace
A time you may embrace
A time to refrain from embracing
Um tempo de amor, um tempo de odiar
um tempo de guerra, um tempo de paz
uma hora você pode abraçar
um tempo para abster-se abraçando
To everything (turn, turn, turn)
There is a season (turn, turn, turn)
And a time to every purpose under heaven
Para tudo (vire, vire, vire)
há uma temporada (por sua vez, por sua vez, por sua vez)
e um tempo para todo propósito debaixo do céuA time to gain, a time to lose
A time to rend, a time to sew
A time to love, a time to hate
A time for peace, I swear it's not too late
Um tempo para ganhar, perder
um tempo de rasgar, um tempo de costurar
um tempo de amar, um tempo de odiar
um tempo para a paz, eu juro que não é demasiado tarde.
domingo, 13 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
TORNANDO AOS MEUS VERDES CAMPOS

... a música d' O ÁLAMO então gravou-me eterno a alma:
quinta-feira, 3 de março de 2011
ARACY GUIMARÃES ROSA, uma alma Iluminada

Ara - como João carinhosamente a chamava - era paranaense de Rio Negro, nascida a 20 de abril de 1908, e falava português, inglês, francês e alemão.
Em 08 de julho de 1
982 Aracy foi homenageada com seu nome gravado no Museu do Holocausto (Yad Vashem) (“Jardim dos Justos entre as Nações”), em Israel, por ter ajudado durante a Segunda Guerra muitos judeus a entrarem ilegalmente no Brasil do Governo Vargas, na vigência da “Circular Secreta 1.127”, de 1938, que lhes proibia aqui a entrada. Semelhante homenagem Aracy receberia também no Museu do Holocausto de Washington (EUA).Dentre as famílias que ajudou a escapar do holocausto alemão está a de Maria Margareth Bertel Levy, com quem, voltando ao Brasil, Aracy fizera uma amizade muito forte – que eu particularmen
te entendo como claramente espiritual: contam os familiares que bastava uma delas ficar doente que a outra logo adoecia.Em 2003, morando em endereços diferentes, cada uma caiu em sua casa.
Entrevista emocionante com a Aracy francamente espiritualizada pode ser lida aqui, no Jornal da Tarde, de 1968, um ano após a Partida de João Guimarães Rosa.
Aracy teve uma grande glória: foi imortalizada na literatura brasileira por Guimarães Rosa ao DAR-LHE o livro "Grande Sertão: Veredas" (1956):
A História haverá de fazer JUSTIÇA à pessoa humana da iluminada alma paranaense que foi ARACY MOEBIUS DE CARVALHO GUIMARÃES ROSA, uma mulher cosmopolita!
magens: by WEB e ESTADÃO.COM.BR/Cultura
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
NÃO ME LEIAM HOJE
Desde a semana passada que tenho estado muito ocupado. Coisas do ofício. Anteontem as coloquei em ordem ‘travês.
Hoje eu até ia postar algo novo aqui, por absoluta reverência a vocês meus amigos blogleitores, conhecidos ou não.
Mas aí, numa dessas viradas que a vida dá a todo instante, vi que há SEMPRE alguém que mereça mais a atenção de vocês do que eu.
Por isso quero fazer-lhes apenas um pedido fraterno:
- visitem o blog “AS TRÊS PARTES DE MIM”, leiam-no com carinho, e lá deixem seus comentários. Há instantes da vida em que as palavras da gente tomam a força descomunal de um touro bravio, e essa força canalizada serve pra socorrer quem dela mais precisa no momento.
Atualizando (sábado, 26/02, às 12h27m): REVOLTANTE o que acabo de ler AQUI.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
CONFESSO
O Fenômeno que mora em você agora é História, e este ninguém apaga mais!!!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
DA CABEÇA DUM POETA-PINTOR JUIZ-FORANO
Vendo aquele meu post do "Violão para viagem", o sempr'inspiradíssimo poeta-pintor EVALDO (Juiz de Fora - MG) deixou um mineiríssimo comentário-diálogo, digno de um post. Ei-lo, aqui com título dado por mim:
Dois mineiros desquebrando o violão pra viajantes
- Pois é...

- Vocês viram o que fizeram ao violão?
- O que foi?
- Transformaram-no em cyborg, vem ver!
- Não é que é mesmo?
- Ah, não! Essa não!
- Tão bonito o violão... E agora, olha aí!
- Calma! “Peraí”!
- Não é você quem vai tocar...
- E quem vai?
- Os mochileiros, uai! Viajantes...
- Pensa neles...
- Aqui, meu filho: essa pra mim não cola, não!
- Violão pra mim tem que ser inteiro.
- Onde se viu isso, sô?
- Quero ver as meninas chegarem perto de violeiro desdobrando violão...
- Quer saber de uma coisa?
- Depois que a gente deitar os dedos nas cordas dele eu quero ver quem não vai se alegrar...
Meu comentário: - Evaldo, muit'obrigado pelo carinho de sua elevada extensão poética ao meu post. Abração do blogamigo ZR Balestra.
imagem by web
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
INOCENTADO NO TRIBUNAL
dor a mancheia, era inocentado pela Sexta Corte Correcional do Tribunal do Sena (Paris) pela acusação de imoralidade que a censura francesa da época lhe impingira por conta de seu romance “MADAME BOVARY”.Impresso em outubro de 1856, depois de cinco anos de intensa dedicação na sua escrita, publicado em 1857, em “Madame Bovary”, obra mais famosa de Flaubert e da literatura francesa, conta ele a estória da anti-heróica personagem EMMA BOVARY, uma mulher francesa inteligente, bonita e insaciável que se casa com um indiferente médico duma cidadezinha interiorana da França.
Porém, a monotonia da vida de Emma a empurra para vários relacionamentos não correspondidos. Desiludida, Emma encontra no suicídio a fuga para seus problemas.
Romance de vanguarda do Realismo, a crítica social de F
laubert em Madame Bovary à burguesia da época é incisiva. Ele expõe ao mundo a falsidade de sua ostentação moral, seus reprováveis costumes, notadamente os das intimidades sexuais, e por isso Madame Bovary fora reputado como obra subversiva, com direito a um processo, do qual por fim fora inocentado Flaubert.No tribunal, perguntado enfim quem seria seu modelo Madame Bovary, tal a veracidade da personagem, Flaubert respondeu calmamente:
– Madame Bovary je suis...
Imagens: by web
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
ERA SÓ O QUE ME FALTAVA

Este aí é um "Voyage Air Guitar VAMD-02 Transito Series - Torajittoshirizu VAMD"
Portanto agora, parodiando Sócrates, só posso dizer que quanto mais conheço as coisas, mais sei que nada sei, mas insisto nessa minha eterna teimosia.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
SEMPRE É TEMPO DE CHICO XAVIER
Ainda não assist
i ao filme CHICO XAVIER, mas é com grande alegria pessoal que estou acompanhando a minissérie sobre esse homem Iluminado que esteve entre nós, e que tanto admirei sua obra.O primeiro capítulo emocionou-me demais... As coisas da imortalidade da alma, do espírito, sempre fazem isso comigo; dizem-me muito.
Lembrei-me dum fato: de que em 1987 estive em Matozinhos (MG), cidade pequena, perto de Pedro Leopoldo (MG), terra natal de Chico (à época eu nem sabia disso.).
Na volta o caminhão carregado com cimento em que eu estava fora atingido em sua frente por uma “Brasília” verde, meia-vida. Numa curva seu motorista se perdera, derrapando na pista molhada pela chuva fina que caía naquele dia, vindo bater de lado no nosso pára-choque dianteiro, bem embaixo dos meus pés.
Quando vi aquele carro vindo atravessado e escorregando de lá, foi só o tempo d'eu avisar ao motorista que lá vinha a Brasília derrapando, e ele, aproveitando a lentidão do caminhão carregado com cimento, imediatamente parou e esperou a “chegada” da Brasília. Um baita estrondo...
Na hora vi se avermelhar tudo lá dentro na Brasília...
Rapidamente desci e fui socorrer a família. Foi quando vi que o vidro traseiro da Brasília se espatifara, e justo por ali estava tudo vermelho, escorrendo. Pensei logo no pior...
Quando todos da família (duas crianças e seus pais) começaram a sair da Brasília, e as crianças com as roupas manchadas de vermelho escorrendo pelas pernas, mas não vi nem ouvi nenhum choro ou grito de dor, fiquei perplexo!
– ¿Machucou? ¿Machucou? - perguntei ao homem, e em seguida à menininha, que foi a primeira que vi descer pela direita da Brasília.
– Não moço, Graças a Deus! – respondeu-me o pai.
– ¿Como não? Olhe suas crianças todas ensangüentadas nas pernas!?...
O homem então me desmontou:
- Não é sangue não... É vinho. Fui fazer compras, e a gente vinha trazendo “dois garrafão” aí atrás, e na batida de ré foi o que “quebrou” primeiro...
Eu e o motorista – que logo perdoou o pobre dono da Brasília pelos danos ocorridos no caminhão – tivemos de voltar (puxados) a Matozinhos pra arrumar o radiador, que fora atingido na pancada, ficando imprestável.
Foram dois dias lá parados, dormindo na cabine, no pátio da oficina...
Se eu soubesse à época que em Pedro Leopoldo estava parte da história de vida do Iluminado Chico Xavier - conhecendo-me como me conheço -, não resistiria e teria ido pra lá naqueles dois dias, enriquecer meus conhecimentos sobre o Espiritismo.

Imagens: by web
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Do "Tipo assim... folhetim"
ANDRÉ COSTA NUNES
romancista paraense
(blog Tipo assim... folhetim, de Belém do Pará)
Fotografia: by Terra do Meio - Restaurante Rural,
de propriedade do escritor André (Avelino da) Costa Nunes
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
OS FILHOS TAMBÉM CRESCEM
À filhota Michelle Roberta, mãe de Gigi,
...com o sorrisão sempr'aberto de Giovanna
...como o tempo passa...
Beijos mil do papai Beto.
Fotografias by arquivo pessoal de josé roberto balestra/2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
AS 2010 CINZAS QU' DEIXEI NUM MAR'AZUL


Fotos de Praia Grande/S. Fco. do Sul/SC, by arquivo pessoal de josé roberto balestra/2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
TRAGÉDIAUTOFÁGICA
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
...ANDA MEIO ESQUECIDO...
É a tradição: assim entoam os Puxadores de Canto na despedida da Folia de Reis:

"Era meia-noite em ponto
Bateu asa e cantou o galo
Bateu asa e cantou o galo..."
"Que Jesus dê vida e saúde
Só voltamos para o ano
Só voltamos para o ano..."
(Composição: Márcio Leonardo)
sábado, 25 de dezembro de 2010
EI!!!
- O vovô Beto manda um FELIZ NATAL a todos vocês que são seus AMIGOS DE VERDADE!
Gigi
Imagem: by arquivo pessoal de josé roberto balestra
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
CUIDADO COM O QUE FALA!!!
A quantidade de linhas telefônicas monitoradas por decisão da Justiça chegou a 20 mil em outubro, de acordo com dados do Sistema Nacional de Controle das Interceptações Telefônicas, coordenado pela Corregedoria Nacional de Justiça.Em novembro, pelo menos 16,1 mil linhas estavam sob monitoramento, mas ainda há tribunais que não informaram dados referentes a este mês para a Corregedoria Nacional de Justiça.
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) é o que mais determina intercepções telefônicas – em outubro, foram 1977 linhas monitoradas por determinação do tribunal paulista e, em novembro, 1844.

Em seguida, lideram a lista o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT), o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4ªR) (Região Sul), e o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná; os três tribunais foram responsáveis, em outubro, pelo monitoramento de 1942, 1019 e 1708 linhas, respectivamente.
Embora aconteça em todo o país, o monitoramento das linhas telefônicas está concentrado nas Regiões Sul e Sudeste, e na Justiça Estadual.
Em outubro, a quantidade de linhas monitoradas pelos Tribunais Regionais Federais (TRFs) era 3.375 e, em novembro 3543.
Já os Tribunais de Justiça (TJs) determinaram o monitoramento de 15.989 linhas em outubro e 12.562 no mês seguinte.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Meditabundandescências d'essência
ÁRIDO PENSAMENTO NUM METAPOEM'ANUAL

Em balanço deste fim de ano.
Dúvidas brotam d’ sofrimentos;
Contra o vento o timbre é soprano.
É. Essa vid'é mesmo... um triz!
Respostas m’ ficam faltando.
Qu’ será qu’ fiz qu' não fiz?
...Ara!
Sigo;
Como um figo.
Tudo cura.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Tá certo ou não tá?
- ...Tá certo ou num tá?
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
BREVE ORAÇÃO
A cana
Nana
A grana
Do bacana.
Ao povo
E ao seu renovo,
Um ovo
De novo.
O verd’esperançaDa abastança,
E pra criança,
Só o cabo seco da lança.
Mas os servos da fuligem
Num dia de caligem
Inda vingarão a vertigem
Do sangue vertido, na origem!

A exploração,
A exprobração,
Fazem a aberração
Do que já virou padrão.
Mas haverá o dia
Do fim dess’agonia:
O bacana, por su’abarcia
Devorado ao meio-dia.
Pela má boca da grana
Que sempre lh'engana,
De ao final dessa faina
Bóia-fria sofrer n’alvitana.
Sob um lindo sol, do de glória
Inda s’ouvirá a canção da vitória:
Bóia-fria recebendo justa dedicatória,
Em acordes d'uma vera jaculatória!



