“QUANDO AS SOMBRAS AMEAÇAM O CAMINHO, A LUZ É MAIS PRECIOSA E MAIS PURA."
(Espírito Emmanuel, in "Paulo e Estêvão", romance por ele ditado a Chico Xavier)
Meus Amigos e blogAmigos!
terça-feira, 12 de abril de 2011
NOSSO LAR & NOÇÕES DE LAR
sábado, 26 de março de 2011
NADA É SEM TEMPO NEM QUÊ NEM PRA QUÊ
tiver conversando com algum amigo ou ouvindo-o detidamente, e de repente uma situação qualquer o levar a podar o diálogo, não se deslembre de, restabelecida a oportunidade – e ela sempre vem –, ter refinada iniciativa de retomar do ponto em que vinha. O tempo pode lhe parecer muito valoroso, a materialidade fascinante, mas seu império pessoal sobre ambos é tão duradouro quanto o vigor da chama dum fósforo.Digo isto porque, apesar de certas circunstâncias serem sábia e tempestivamente sustáveis para amadurecimento, e da provável balda de deseducado que se pode sofrer em eventual falta de apreço pelo que lhe dizia o tal amigo, entretanto realidade mais intensa carece ser notada: a Vida neste Plano é a ponteiros, se sabe, no entanto seu relógio vai por corda em fio frágil ou bateria limitada, movidos que são os três pela geral transitoriedade; a ocasião cortada de inopino pode escapar-lhe certa e definitivamente assim como definitivo e certo é que a madrugada se renda a todo amanhecer.
Não creia sejamos essências com movimento contínu
o, espécies de perpetuum mobile, que isso ainda é apenas vã teoria científica da fecunda, mas pouco resistente da mente humana, nem aguarde pela reencarnação, que é certa, particularmente creio, como igualmente tenho fé de que com ela não se lhe darão privilégios senão novos compromissos a resgatar com vistas à renovação e aprimoramento; o Creador sabe o cerne de sua criatura. Nada é sem quê nem pra quê!Então, devolvida a chance do diálogo aparteado, retome-o, que a nova ocasião não se dá nem se dará sem desígnio. Todavia o faça antes que leia ou seja lido num obituário, que aí outra será a Dimensão e o tema central poderá ser o tal amigo ou você, quiçá queixando-se – também creio – ao Divino, e Ele sorrindo-lhes lindamente, como o professor paciente que vê seu pupilo embaraçado ao segurar o lápis pela primeira vez!
Imagens: by arquivo pessoal de jrb
sábado, 19 de março de 2011
terça-feira, 15 de março de 2011
TUDO A SEU TEMPO
Turn, Turn, TurnVire, vire, vire
To every thing (turn, turn, turn)
There is a season, turn, turn, turn,
And a time to every purpose under heaven
Para cada coisa (por sua vez, por sua vez, por sua vez)
há uma temporada, por sua vez, por sua vez, por sua vez
e um tempo para todo propósito debaixo do céu
A time to be born, a time to die
A time to plant, a time to reap
A time to kill, a time to heal
A time to laugh, a time to weep
Um tempo para nascer, de uma hora para morrer
um tempo para plantar, um tempo para tirar
um tempo para matar, um tempo para curar
um tempo para rir, um tempo para chorar
To everything (turn, turn, turn)
There is a season (turn, turn, turn)
And a time to every purpose under heaven
Para tudo (vire, vire, vire)
há uma temporada (por sua vez, por sua vez, por sua vez)
e um tempo para todo propósito debaixo do céuA time to build up, a time to break down
A time to dance, a time to mourn
A time to cast away stones
A time to gather stones together
Um tempo para construir, um tempo para quebrar
um tempo para dançar, um tempo para lamentar
um tempo para jogar fora pedras
um tempo reunir pedras
To everything (turn, turn, turn)
There is a season (turn, turn, turn)
And a time to every purpose under heaven
Para tudo (vire, vire, vire)
há uma temporada (por sua vez, por sua vez, por sua vez)
e um tempo para todo propósito debaixo do céuA time of love, a time of hate
A time of war, a time of peace
A time you may embrace
A time to refrain from embracing
Um tempo de amor, um tempo de odiar
um tempo de guerra, um tempo de paz
uma hora você pode abraçar
um tempo para abster-se abraçando
To everything (turn, turn, turn)
There is a season (turn, turn, turn)
And a time to every purpose under heaven
Para tudo (vire, vire, vire)
há uma temporada (por sua vez, por sua vez, por sua vez)
e um tempo para todo propósito debaixo do céuA time to gain, a time to lose
A time to rend, a time to sew
A time to love, a time to hate
A time for peace, I swear it's not too late
Um tempo para ganhar, perder
um tempo de rasgar, um tempo de costurar
um tempo de amar, um tempo de odiar
um tempo para a paz, eu juro que não é demasiado tarde.
domingo, 13 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
TORNANDO AOS MEUS VERDES CAMPOS

... a música d' O ÁLAMO então gravou-me eterno a alma:
quinta-feira, 3 de março de 2011
ARACY GUIMARÃES ROSA, uma alma Iluminada

Ara - como João carinhosamente a chamava - era paranaense de Rio Negro, nascida a 20 de abril de 1908, e falava português, inglês, francês e alemão.
Em 08 de julho de 1
982 Aracy foi homenageada com seu nome gravado no Museu do Holocausto (Yad Vashem) (“Jardim dos Justos entre as Nações”), em Israel, por ter ajudado durante a Segunda Guerra muitos judeus a entrarem ilegalmente no Brasil do Governo Vargas, na vigência da “Circular Secreta 1.127”, de 1938, que lhes proibia aqui a entrada. Semelhante homenagem Aracy receberia também no Museu do Holocausto de Washington (EUA).Dentre as famílias que ajudou a escapar do holocausto alemão está a de Maria Margareth Bertel Levy, com quem, voltando ao Brasil, Aracy fizera uma amizade muito forte – que eu particularmen
te entendo como claramente espiritual: contam os familiares que bastava uma delas ficar doente que a outra logo adoecia.Em 2003, morando em endereços diferentes, cada uma caiu em sua casa.
Entrevista emocionante com a Aracy francamente espiritualizada pode ser lida aqui, no Jornal da Tarde, de 1968, um ano após a Partida de João Guimarães Rosa.
Aracy teve uma grande glória: foi imortalizada na literatura brasileira por Guimarães Rosa ao DAR-LHE o livro "Grande Sertão: Veredas" (1956):
A História haverá de fazer JUSTIÇA à pessoa humana da iluminada alma paranaense que foi ARACY MOEBIUS DE CARVALHO GUIMARÃES ROSA, uma mulher cosmopolita!
magens: by WEB e ESTADÃO.COM.BR/Cultura
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
NÃO ME LEIAM HOJE
Desde a semana passada que tenho estado muito ocupado. Coisas do ofício. Anteontem as coloquei em ordem ‘travês.
Hoje eu até ia postar algo novo aqui, por absoluta reverência a vocês meus amigos blogleitores, conhecidos ou não.
Mas aí, numa dessas viradas que a vida dá a todo instante, vi que há SEMPRE alguém que mereça mais a atenção de vocês do que eu.
Por isso quero fazer-lhes apenas um pedido fraterno:
- visitem o blog “AS TRÊS PARTES DE MIM”, leiam-no com carinho, e lá deixem seus comentários. Há instantes da vida em que as palavras da gente tomam a força descomunal de um touro bravio, e essa força canalizada serve pra socorrer quem dela mais precisa no momento.
Atualizando (sábado, 26/02, às 12h27m): REVOLTANTE o que acabo de ler AQUI.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
CONFESSO
O Fenômeno que mora em você agora é História, e este ninguém apaga mais!!!
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
DA CABEÇA DUM POETA-PINTOR JUIZ-FORANO
Vendo aquele meu post do "Violão para viagem", o sempr'inspiradíssimo poeta-pintor EVALDO (Juiz de Fora - MG) deixou um mineiríssimo comentário-diálogo, digno de um post. Ei-lo, aqui com título dado por mim:
Dois mineiros desquebrando o violão pra viajantes
- Pois é...

- Vocês viram o que fizeram ao violão?
- O que foi?
- Transformaram-no em cyborg, vem ver!
- Não é que é mesmo?
- Ah, não! Essa não!
- Tão bonito o violão... E agora, olha aí!
- Calma! “Peraí”!
- Não é você quem vai tocar...
- E quem vai?
- Os mochileiros, uai! Viajantes...
- Pensa neles...
- Aqui, meu filho: essa pra mim não cola, não!
- Violão pra mim tem que ser inteiro.
- Onde se viu isso, sô?
- Quero ver as meninas chegarem perto de violeiro desdobrando violão...
- Quer saber de uma coisa?
- Depois que a gente deitar os dedos nas cordas dele eu quero ver quem não vai se alegrar...
Meu comentário: - Evaldo, muit'obrigado pelo carinho de sua elevada extensão poética ao meu post. Abração do blogamigo ZR Balestra.
imagem by web
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
INOCENTADO NO TRIBUNAL
dor a mancheia, era inocentado pela Sexta Corte Correcional do Tribunal do Sena (Paris) pela acusação de imoralidade que a censura francesa da época lhe impingira por conta de seu romance “MADAME BOVARY”.Impresso em outubro de 1856, depois de cinco anos de intensa dedicação na sua escrita, publicado em 1857, em “Madame Bovary”, obra mais famosa de Flaubert e da literatura francesa, conta ele a estória da anti-heróica personagem EMMA BOVARY, uma mulher francesa inteligente, bonita e insaciável que se casa com um indiferente médico duma cidadezinha interiorana da França.
Porém, a monotonia da vida de Emma a empurra para vários relacionamentos não correspondidos. Desiludida, Emma encontra no suicídio a fuga para seus problemas.
Romance de vanguarda do Realismo, a crítica social de F
laubert em Madame Bovary à burguesia da época é incisiva. Ele expõe ao mundo a falsidade de sua ostentação moral, seus reprováveis costumes, notadamente os das intimidades sexuais, e por isso Madame Bovary fora reputado como obra subversiva, com direito a um processo, do qual por fim fora inocentado Flaubert.No tribunal, perguntado enfim quem seria seu modelo Madame Bovary, tal a veracidade da personagem, Flaubert respondeu calmamente:
– Madame Bovary je suis...
Imagens: by web
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
ERA SÓ O QUE ME FALTAVA

Este aí é um "Voyage Air Guitar VAMD-02 Transito Series - Torajittoshirizu VAMD"
Portanto agora, parodiando Sócrates, só posso dizer que quanto mais conheço as coisas, mais sei que nada sei, mas insisto nessa minha eterna teimosia.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
SEMPRE É TEMPO DE CHICO XAVIER
Ainda não assist
i ao filme CHICO XAVIER, mas é com grande alegria pessoal que estou acompanhando a minissérie sobre esse homem Iluminado que esteve entre nós, e que tanto admirei sua obra.O primeiro capítulo emocionou-me demais... As coisas da imortalidade da alma, do espírito, sempre fazem isso comigo; dizem-me muito.
Lembrei-me dum fato: de que em 1987 estive em Matozinhos (MG), cidade pequena, perto de Pedro Leopoldo (MG), terra natal de Chico (à época eu nem sabia disso.).
Na volta o caminhão carregado com cimento em que eu estava fora atingido em sua frente por uma “Brasília” verde, meia-vida. Numa curva seu motorista se perdera, derrapando na pista molhada pela chuva fina que caía naquele dia, vindo bater de lado no nosso pára-choque dianteiro, bem embaixo dos meus pés.
Quando vi aquele carro vindo atravessado e escorregando de lá, foi só o tempo d'eu avisar ao motorista que lá vinha a Brasília derrapando, e ele, aproveitando a lentidão do caminhão carregado com cimento, imediatamente parou e esperou a “chegada” da Brasília. Um baita estrondo...
Na hora vi se avermelhar tudo lá dentro na Brasília...
Rapidamente desci e fui socorrer a família. Foi quando vi que o vidro traseiro da Brasília se espatifara, e justo por ali estava tudo vermelho, escorrendo. Pensei logo no pior...
Quando todos da família (duas crianças e seus pais) começaram a sair da Brasília, e as crianças com as roupas manchadas de vermelho escorrendo pelas pernas, mas não vi nem ouvi nenhum choro ou grito de dor, fiquei perplexo!
– ¿Machucou? ¿Machucou? - perguntei ao homem, e em seguida à menininha, que foi a primeira que vi descer pela direita da Brasília.
– Não moço, Graças a Deus! – respondeu-me o pai.
– ¿Como não? Olhe suas crianças todas ensangüentadas nas pernas!?...
O homem então me desmontou:
- Não é sangue não... É vinho. Fui fazer compras, e a gente vinha trazendo “dois garrafão” aí atrás, e na batida de ré foi o que “quebrou” primeiro...
Eu e o motorista – que logo perdoou o pobre dono da Brasília pelos danos ocorridos no caminhão – tivemos de voltar (puxados) a Matozinhos pra arrumar o radiador, que fora atingido na pancada, ficando imprestável.
Foram dois dias lá parados, dormindo na cabine, no pátio da oficina...
Se eu soubesse à época que em Pedro Leopoldo estava parte da história de vida do Iluminado Chico Xavier - conhecendo-me como me conheço -, não resistiria e teria ido pra lá naqueles dois dias, enriquecer meus conhecimentos sobre o Espiritismo.

Imagens: by web
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Do "Tipo assim... folhetim"
ANDRÉ COSTA NUNES
romancista paraense
(blog Tipo assim... folhetim, de Belém do Pará)
Fotografia: by Terra do Meio - Restaurante Rural,
de propriedade do escritor André (Avelino da) Costa Nunes
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
OS FILHOS TAMBÉM CRESCEM
À filhota Michelle Roberta, mãe de Gigi,
...com o sorrisão sempr'aberto de Giovanna
...como o tempo passa...
Beijos mil do papai Beto.
Fotografias by arquivo pessoal de josé roberto balestra/2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
AS 2010 CINZAS QU' DEIXEI NUM MAR'AZUL


Fotos de Praia Grande/S. Fco. do Sul/SC, by arquivo pessoal de josé roberto balestra/2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
TRAGÉDIAUTOFÁGICA
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
...ANDA MEIO ESQUECIDO...
É a tradição: assim entoam os Puxadores de Canto na despedida da Folia de Reis:

"Era meia-noite em ponto
Bateu asa e cantou o galo
Bateu asa e cantou o galo..."
"Que Jesus dê vida e saúde
Só voltamos para o ano
Só voltamos para o ano..."
(Composição: Márcio Leonardo)
sábado, 25 de dezembro de 2010
EI!!!
- O vovô Beto manda um FELIZ NATAL a todos vocês que são seus AMIGOS DE VERDADE!
Gigi
Imagem: by arquivo pessoal de josé roberto balestra
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
CUIDADO COM O QUE FALA!!!
A quantidade de linhas telefônicas monitoradas por decisão da Justiça chegou a 20 mil em outubro, de acordo com dados do Sistema Nacional de Controle das Interceptações Telefônicas, coordenado pela Corregedoria Nacional de Justiça.Em novembro, pelo menos 16,1 mil linhas estavam sob monitoramento, mas ainda há tribunais que não informaram dados referentes a este mês para a Corregedoria Nacional de Justiça.
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) é o que mais determina intercepções telefônicas – em outubro, foram 1977 linhas monitoradas por determinação do tribunal paulista e, em novembro, 1844.

Em seguida, lideram a lista o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT), o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4ªR) (Região Sul), e o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná; os três tribunais foram responsáveis, em outubro, pelo monitoramento de 1942, 1019 e 1708 linhas, respectivamente.
Embora aconteça em todo o país, o monitoramento das linhas telefônicas está concentrado nas Regiões Sul e Sudeste, e na Justiça Estadual.
Em outubro, a quantidade de linhas monitoradas pelos Tribunais Regionais Federais (TRFs) era 3.375 e, em novembro 3543.
Já os Tribunais de Justiça (TJs) determinaram o monitoramento de 15.989 linhas em outubro e 12.562 no mês seguinte.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Meditabundandescências d'essência
ÁRIDO PENSAMENTO NUM METAPOEM'ANUAL

Em balanço deste fim de ano.
Dúvidas brotam d’ sofrimentos;
Contra o vento o timbre é soprano.
É. Essa vid'é mesmo... um triz!
Respostas m’ ficam faltando.
Qu’ será qu’ fiz qu' não fiz?
...Ara!
Sigo;
Como um figo.
Tudo cura.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Tá certo ou não tá?
- ...Tá certo ou num tá?
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
BREVE ORAÇÃO
A cana
Nana
A grana
Do bacana.
Ao povo
E ao seu renovo,
Um ovo
De novo.
O verd’esperançaDa abastança,
E pra criança,
Só o cabo seco da lança.
Mas os servos da fuligem
Num dia de caligem
Inda vingarão a vertigem
Do sangue vertido, na origem!

A exploração,
A exprobração,
Fazem a aberração
Do que já virou padrão.
Mas haverá o dia
Do fim dess’agonia:
O bacana, por su’abarcia
Devorado ao meio-dia.
Pela má boca da grana
Que sempre lh'engana,
De ao final dessa faina
Bóia-fria sofrer n’alvitana.
Sob um lindo sol, do de glória
Inda s’ouvirá a canção da vitória:
Bóia-fria recebendo justa dedicatória,
Em acordes d'uma vera jaculatória!
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
CNJ: irregularidades nos depósitos judiciais do Tribunal de Justiça do PR
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou ontem (2
3) que o Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) transfira, em caráter imediato, os depósitos judiciais que hoje se encontram no Banco Itaú para uma instituição financeira oficial, que pode ser a Caixa Econômica Federal ou o Banco do Brasil.O procedimento de controle administrativo aberto para apurar a questão foi aprovado em sessão ordinária do CNJ, na qual também foi decidido que será aberta uma sindicância para apurar os responsáveis pela série de irregularidades apontadas no voto do conselheiro do CNJ e relator do caso, Walter Nunes.
Na ocasião, o TJ-PR manteve no Itaú os depósitos judiciais que, antes da privatização, estavam no Banestado. A decisão foi tomada com base na Medida Provisória nº 2.192-70 de 2001, que não exigia a transferência desses recursos para um banco oficial.
No entanto, mesmo após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que considerou, em 2006, a medida provisória inconstitucional, o TJ-PR manteve os recursos no banco privado.
Além disso, o CNJ considera como falha um acordo firmado entre o TJ-PR e o Itaú pelo qual os depósitos judiciais seriam remunerados pelos índices da caderneta de poupança.
Com esse trâmite, o banco converteria essa remuneração em obras e compras de bens em favor do tribunal.
A reportagem de O Estado insistiu para conseguir uma entrevista com o presidente do TJ-PR, Celso Rotoli de Macedo, para repercutir as conclusões do CNJ, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição. (24.11.2010)
terça-feira, 23 de novembro de 2010
28 ANOS?
domingo, 14 de novembro de 2010
Pobre poetisa
SEM POEMA
(JRB)*
Foi num dia d’fim d’inverno, ou quase.
Ermo era o lugar, sem frutas nem corrupixel,
A pequena poetisa, certa d’inspiração,
Sentou-se à relva com lápis macio e papel,
Enlevada que estava pela força da criação.

Queria a belez’a dum poema d’amor, uma frase.
Pacient’esperou, dos céus, a candente faísca,
Enquanto isso riscava idéias e traçados.
Numa grosa d’folhas, dando tanta risca,
Notou a poetisa: a inspiração havia lh’escapado.
Vexada, sem versos, vazia feit’uma brecha,

Como que sob algemas, sem cor pra seu poema,
A poetisa pequena s’irou pela falta d’enredo.
Veio lh’um Anjo Alado, d’arco e flecha:
Só faz poemas d’amor quem não está azedo..."
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
TUDO COMEÇAV'AQUI, ASSIM...
...e lembrar que em 1959 o rock era tão puro, sem parafernálias;
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
PRA QUÊ PALAVRAS?
Sir-PAUL-A-Wing-Always-Beatle-McCARTNEY!!!
terça-feira, 2 de novembro de 2010
OS FATOS VIVEM NA ARTE

A meu ver e salvo melhor juízo, um deles é mais perigoso, de modo que, apesar do conhecido equilíbrio das minhas posições, chego quase a dar razão aos que se ergueram em defesa de Deus, da Pátria e da Família. Mas, de qualquer modo, o fato é que os dois são, entre si, adversários implacáveis, assim como, para nós, inimigos irreconciliáveis das nossas instituições.
O que sucedeu hoje, aqui, é, portanto, muito claro. Quem quiser formar sobre os acontecimentos de hoje uma idéia segura, basta verificar de que lado ficou, logo, a ralé, esse Povo indisciplinado, mal-educado e analfabeto que é a mancha vergonhosa da face do nosso Brasil. Na Inglaterra ou nos Estados Unidos, um fato desses não aconteceria!
Pergunto: de que lado ficou esse Povo, ignorante, fanático e miserável? Do lado daqueles que invadiram nossa Vila nas caladas da noite! Logo, estes, e não os outros, é que são os revolucionários, e seus adversários devem receber todo nosso apoio!
segundo o narrador “Dom Pedro Dinis Ferreira Quaderna”, este o auto-proclamado “Rei do Quinto Império e do Quinto Naipe, Profeta da Igreja Católico-Sertaneja e pretendente ao trono do Império do Brasil”. Ambos são criações do escritor paraibano e membro da Academia Brasileira de Letras, ARIANO SUASSUNA, em sua obra “Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta”, por ele definido com absoluta originalidade como um “romance armorial popular brasileiro”, no qual se veem dois gêneros opostos de discurso, o popular e o erudito. O romance fora iniciado por Ariano em 19.07.1958 e concluído em 09.10.1970, ano de sua publicação pela Livraria José Olympio Editora S.A.by: Edit. Círculo do Livro, edição integral, sob licença da Livraria José Olympio Editora S.A. – Rio de Janeiro, 1988, p. 448.



