TIM MAIA,
“QUANDO AS SOMBRAS AMEAÇAM O CAMINHO, A LUZ É MAIS PRECIOSA E MAIS PURA."
(Espírito Emmanuel, in "Paulo e Estêvão", romance por ele ditado a Chico Xavier)
Meus Amigos e blogAmigos!
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
QUE FELICIDADE... NASCEU NUMA PRIMAVERA
TIM MAIA,
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
FALANDO COM AS ONDAS...

A vida é de ser comemorada! Afinal, quantos chegaram a este Plano mas nem sequer conseguiram dar o primeiro suspiro?!... E quantos que encerram o expediente tão inesperadamente... sem nos avisar.
Justamente nessas ausências é que, creio, está a Ordem; que nos alegremos da vida, e até da falta dela ou dos que já se Foram. Porque de tudo há um sentido a ser extraído, meditado.
Todos temos uma Missão neste Plano; a sua, meu Amigo, sou testemunha (e centenas de outros também!), de há muito você tem feito com galhardia e honradez, e o fará ainda por muitos e muitos anos, tenho certeza... e rogo a Ele por isso nestas minhas palavras.
Ser RADIALISTA, no sentido maiúsculo e nobre do termo, numa época tão extensa de injustiças, que vem de longe, e até de muito perto... Noticiar todo dia os direitos individuais serem violentados, seja pelo esquecimento ou força do poder em todas as esferas da sociedade, seja pela força de egoísmos doentios. Assistir as peças do teatro da miséria humana sem poder fazer muita coisa, a não ser chorar solitária e recolhidamente num estúdio... E só muito vez por outra, poder dar uma notícia que alegre a todos os seus ouvintes...
Ah, meu Amigo, isso não é pra qualquer um! É preciso ter no peito um coração privilegiado, que resista a esses ventos gelados soprados pela boca da indiferença, da falta de solidariedade...
Deus coloca as pessoas certas nos lugares certos. Não tenho dúvidas! A você, meu Amigo, Ele deu o microfone e o céu pra viajar suas ondas, mas não Se esqueceu de lhe dar também um belo timbre de voz, uma dicção especial, melhor que as nossas, seus ouvintes.
Meu grande Amigo, neste DIA DO RÁDIO e da RADIODIFUSÃO, aqui minha homenagem A VOCÊ e a TODOS DA SUA EQUIPE, sem me esquecer daqueles que, na mais humilde tarefa do ofício, nos bastidores das emissoras pelo Brasil afora, conseguem manter e fazer do rádio e da radiodifusão ainda o melhor veículo de propagação da notícia de verdade!
Abraços fortes deste seu Amigo e fã!

os inesquecíveis Silvio Padeiro e João Alécio, é blogueiro e radialista em Paranavaí (PR), minha terra natal, a quem conheci em fins dos anos 60, na antiga Rádio Paranavaí, nos altos do Bar do Sêo Olimpio, cruzamento da Rua Marechal Cândido Rondon com a Av. Getúlio Vargas. Atualmente Joaquim de Paula tem o programa JORNAL DO MEIO DIA, na Rádio Cultura AM, também em Paranavaí.quinta-feira, 24 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
ASSIM Q'IMAGINEI...
A madrugada fresca e úmida daquela quinta-feira no litoral pernambucano fora de sonos quebrados pr’aquela jovem mãe sertaneja. O Céu aos poucos se tingia d’alaranjado no horizonte sobre um mar de verdes e calmas águas; a aurora assinalava um d
ia de sol rasgado, tostante como sempre ali. O marido inda moço também, inquieto, mal pregara os olhos cuidando do primogênito que dormia sono inocente. A família. Só os três por ali. Pura ansiedade.A cada novo sinal de seu ventre ela ficava mais apreensiva; a longa espera dos nove meses se afunilava, mas mantinha-se sertanejamente firme. Qualquer som de sua voz era motivo pro marido fazer-lhe indagações. O frescor da manhã foi cedendo lugar ao calor sobre aquela capital beira mar.
A primavera acabara de chegar. Junto trouxera todos os seus matizes, flores e perfumes, as lavadeiras-mascaradas e os demais pássaros da estação. O sol tomou conta do seu reino; no céu um azul limpo de doer os olhos. Quase dez horas da manhã, a avó materna já chegada para o auxílio, juntamente com a senhora parteira; experientes, puseram à mão os apetrechos do ofício. O ansioso marido fumava pra espairecer... contudo não relaxava; nem a presença do primogênito o distraia. Afinal, iria ser pai novamente. ¿Será menino ou menina?, se perguntava.
Os ponteiros ultrapassaram as dez horas. A um singelo sinal da avó, a porta do quarto foi fechada. Um silêncio se derramou... Em pouco, o choro forte do anjo em flor que chegava naquela primavera, e o aviso vindo da voz da avó materna: - Graças ao nosso bom Deus, deu tudo certo... Em seguida deu a boa nova ao genro inquieto:
- Venha ver Roseval! É uma menina!! Linda!
- Meu botão de flor! Flor de primavera! Vai se chamar Tereza Cristina! – disse o pai com os olhos marejando lágrimas d'alegrias... No quarto a jovem mãe agradecia o presentinho divino clariiinho... Recife nunca mais foi o mesmo!

Fotografia by WEB: RECIFE ANTIGO - Rua do Bom jesus
terça-feira, 22 de setembro de 2009
HÁBITOS ANTIGOS SÃO DIFÍCEIS DE SE PERDER...
Não perco my old habit musical jamais!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009
CARTÃO VERMELHO

1 – Hipocrisias d’amor; só sei amar de verdade!
2 - Soberba de funcionário público concursado; estabilidade e poder lesados.
3 - Blog de celebridades que não interagem; guarda-sol sem pano.
4 - Música eletrônica bat’estaca em carro/casa; sem alma. É só matemática, investimento em surdez e má querência.
5 – Animais desamparados; aviltamento da raça humana.
6 - Copo americano pra cerveja; a tulipa de chope, transparente, me calha melhor.
7 - Egoísmo de qualquer forma; medo da própria incompetência.
8 - Brócolis; há muita coisa melhor pra comer... picanha, por exemplo.
9 - Morosidade das decisões judiciais; o antídoto trouxe a era do assessor.
10 – Sinopses para fugir dos parágrafos das obras; demarca a indigência intelectual.
Convido pra roda as seguintes blogamigas:
TK FREIRE
A MONGA E A EXECUTIVA
DE VEZ EM QUANDO VENHO AQUI
A VIDA É MOVIMENTO
MARTA BELLINI
sábado, 19 de setembro de 2009
O IPÊ "CAPTIRADO"
"Certo dia um caçador muito mau, resolveu acabar com todas as árvores do planeta.
Quando estava preste a cortar o primeiro ipê, um vento estranho e muito forte se aproximou, e como num passe de mágica, uma fada apareceu.
Fonte: captirado do blog FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER, de minha blogg'amiga Silvana Nunes, do Rio de Janeiro (RJ), pessoa que cuida melhor que ninguém das fábulas, tradições e das florestas do nosso Brasil.
Imagem: by André Maringá; fotografia da florada de um Ipê numa rua de Maringá (Paraná - Brasil), em junho/2009, publicada no Blog do Rigon.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
O CÉU... E O NEM TANTO DOS VINHOS
Farejando fino os comentários feitos no post anterior, cheguei a umas conclusões – mas leigas, já que não sou nenhum sommelier – que gostaria de dividi-las:
No geral s’excomunga o VINHO tão só por seu álcool, esquecendo-se o nobr’encanto de seu sabor. No entanto, sem culpa, aceitamos uma ou duas (ou mais de duas mais...) taças de champanha (um tipo espumante) por ocasião da passagem de Ano. Festejos, dir-se-ia. ‘Tá bom. Aceito.
Então, da só singeleza desse festivo consentimento calha resposta à excomunhão: a dose moderada. Fugimos todos é da ebriedade e não do álcool do vinho...
Da alegre revelação dos gostos pessoais, notei que se tem um pouco o vinho tinto como sinônimo de viripotência, enquanto que ao branco ou doce se dão ares feminis. Pode até ser, mas ouso discordar. Explico-me e até dou alegr'exemplo.
Enquanto neto de italianos escolho a qualidade e o tipo de vinho segundo meu momento, e tão só em função de sua harmo
O exemplo: rapazote ainda fui a uma feira-exposição em Paranavaí. Logo na entrada do parque uma imensa e linda pipa de vinho gaúcho. As moças com seus trajes típicos serra
nos. Eu e os amigos cedemos aos impulsos e “metemos a cara" no vinho doce... A cada duas voltas pelas ruas internas do parque, voltávamos à carga, molhar a garganta...; novo copo daquela tentação doce! A goela agradecia, encantada... e a gente voltava a paquerar as meninas pelo parque afora.Já passava de uma hora da manhã, o movimento diminuiu, resolvemos ir dormir... Não tinhamos carros ainda e não havia mais circular àquela hora, e o centro da cidade estava longe. ...Mas pelo caminho foi uma tragédia; groguinhos da silva e fazendo pit-stop a todo instante... ¿E depois, pela manhã? A cabeça pesava duas toneladas e o corpo... uma folha de papel ao vento...
É. Ali descobri que vinho é mesmo uma bebida divinal, mas é só mangar do lado feminil daquele doce que envém logo as chamas pelos dentros da gente...
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
VINHO & PERSONALIDADE

Na hora de escolher o vinho você vai direto naqueles que são mais secos e "amarram" a boca? Ou prefere os mais suaves e até doces? Pois saiba que a sua decisão pode revelar muito sobre sua personalidade. Pelo menos é o que aponta um estudo realizado na Austrália e na Grã-Bretanha.
A pesquisa sugere que pessoas que preferem vinhos de sabor doce apresentam uma maior tendência a serem impulsivas. Já aquelas que optam por vinhos secos, são mais simpáticas e abertas. A pesquisa aconteceu com 45 pessoas da cidade de Sheffield, na Inglaterra, que cultivam o costume de consumir a bebida diariamente. Os voluntários foram divididos em dois grupos, segundo a preferência por doce ou seco.
Os participantes também foram submetidos a testes de personalidade, para avaliar sua impulsividade, abertura na convivência social, empatia e extroversão.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
...DE COISAS, PESSOAS & ALEGRIAS
Depois, retoma coisas e pessoas
Fonte: by João Guimarães Rosa, em Noites do Sertão - Buriti, Edit. Record/Altaya, 1988, p. 248
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Reminiscências de fubá
Ia ao Fórum de Sarandi pela manhã, e uma constatação me emocionou: o prédio de meu último emprego (1988), Germani Alimentos S.A. (depois Ceval, Santista Alimentos e Bünge) não está mais vazio!
Vejo abertos os cadernos universitários dos vendedore
s (o meu guardo com carinho; histórias de vida...); a amável Mai sempre nos intermediando nos embates com o financeiro; o Rieki e sua voz rouca; Sandro, voz bonita e grave, de locutor mesmo; o vozeiro sempre alto e as risadas abertas de Jackson, com dois telefones aos ouvidos, simultaneamente negociando com um cliente do Ceará e outro de Pernambuco, enquanto eu falava noutro aparelho com Valim, nosso representante em Volta Redonda. Era cansativo, mas prazeroso. O dia fluía... e as metas tirávamos de letra, fossem sob fretes CIF ou FOB!
sisudo; não deixávamos! Lá aconteciam coisas hilariantes. Conto uma.Fiquei feliz de verdade! Interrompeu-se o círculo de sucessivas aquisições do imóvel. Agora serve a um fim que reputo muito mais importante que dinheiro: a ALFABETIZAÇÃO, a disseminação do CONHECIMENTO, da CULTURA, do ABRIR d'olhos para a vida em favor dos menos assistidos, enfim, a chance d'uma dignidade perene para eles.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
AO FIM DO DIA



quinta-feira, 27 de agosto de 2009
VIVER É MUITO BOM... MAS SONHAR É IMPRESCINDÍVEL!
Adoro o poder, a cor, e a profundez que as palavras tem.
No vídeo dois gigantes da música mundial, cada um d'uma geração,
terça-feira, 25 de agosto de 2009
HOJE É "DIA DO SOLDADO"... lembranças...
Até fevereiro de 1972 eu havia deixado compulsoriamente minhas roupas coloridas, minha guitarra, meu violão, minha PAZ de espírito e um emprego na antiga COMAPA (revenda Volkswagen em Paranavaí - PR), na qual aos 17 anos, por convite do saudoso seo CARLOS MACHADO – então sócio-diretor da empresa, a quem sou eternamente grato pela oportunidade dada –, fui guindado ao cargo de gerente da seção de peças da filial CANEL (Nova Esperança -PR), um serviço de belíssimas lembranças, principalmente meu curso da fábrica em São Bernardo do Campo (SP).
Da CANEL fui arrancado pra abraçar, pasmem, um FAL belga (Fusil Automatique Leger ou Fuzil Automático Leve) em Curitiba (PR), no então 20º R.I. (Regimento de Infantaria), ao qual dávamos o hipocorístico de 20º Recanto do Inferno. Em 1972 passou a ser 20º B.I.B. – Batalhão de Infantaria Blindada...
Que AGONIA!
...nunca tive nada a ver com aquilo de verd'oliva, caserna, continências e essas coisas assim... Meus ideais libertários ficaram sufocados no período, mas na volta os reassumi PRA SEMPRE, e talvez por isso, sem que eu haja me dado conta, sou advogado... Mas nunca larguei de minha música nem de meus violões, meu canto, ou a paz de espírito que isso tudo me proporciona...
No entanto, do tempo de caserna guardo boas recordações, das farras da nossa “panelinha”, dos detimentos, das malditas cadeias (um monte...) e de amigos do peito como ROBERTO TORRENTE (aí na foto comigo, ambos com as faces murchas de tão cansados, após uma marcha por 46km, do bairro Bacacheri até a granja do quartel).
Mas, sinceramente... bate uma saudade danada dos que hoje já não estão neste Plano... A esses, através de Luiz Carlos Pavesi, recém Partido aqui em Maringá, e Nêgo Leme (Cruzeiro D'Oeste - PR), que de há muito Subiu, rendo minhas homenagens de coração a todos os jovens que um dia foram – ou estão sendo – chamados para ao serviço militar obrigatório.
Fotografias: by arquivo pessoal josé roberto balestra. 1971: (1) no refeitório do quartel então 20º R.I. (Regimento de Infantaria/Curitiba-PR); (2) eu o último da direita, tocando guitarra em minha primeira banda profissional em 1967 - O EMBALO [Zé Tremendão, Santão, Evaldo Polaco, Evaldo Tigrão, e eu]-; (3) eu e Roberto Torrente, após a marcha de 46km.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
...ANTES QUE SEJA TARDE!
Fonte: by FLÁVIO SIQUEIRA, atualmente em Porto Alegre, é um experiente radialista paulistano apesar da pouca idade (34 anos). Começou a carreira aos dezesseis anos, em 1991, na primeira rádio A Imprensa Gospel FM em São Paulo. Trabalhou na 89FM, Rádio Metropolitana, Jovem Pan FM, Transamérica, Musical, Nova Brasil FM, Clip FM, 97FM, Band FM, Band News, Bandeirantes AM e Sul América Trânsito. Flávio também é blogueiro, tem um podcast e grava semanalmente um programa pra uma rádio em Portugal. Seu primeiro livro é “Dez Histórias e Algo mais”.
sábado, 22 de agosto de 2009
...TENHO VERGONHA DE MIM!
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
JUSTIÇA AO CRUCIFICADO
*José Américo Abreu Costa

*FONTE: JUSNAVIGANDI, by JOSÉ AMÉRICO ABREU COSTA, Juiz da 1ª Vara da Infância e Juventude de São Luís (MA). Professor da Escola Superior de Magistratura do Maranhão. Especialista em Processo Civil pela Universidade Federal de Pernambuco.
domingo, 16 de agosto de 2009
Da Essência e da Existência: uma linha tênue entre o Importante e o Essencial
“Um coração puro sempre vê além das aparências, e nós precisamos desta visão larga para distinguir o importante do essencial, porque muitas coisas são importantes, mas poucas são essenciais”.
Há momentos que, sem percebermos, somos repentinamente Convocados para distinções tais como as da sutil frase. Comigo não raro se dá isso. Conto uma.
Certo dia de 2007, salvo engano, estava eu sozinho em meu escritório de advocacia, garimpando nas leis e doutrinas soluções para meus clientes, e eis que, sem mais nem menos, um indomável Alento interior mandou-me sobrestar o serviço! É claro, obedeci!

Recostei relaxadamente na cadeira, olhei as coisas sobre a mesa, os processos de meus clientes, os livros mirando-me da estante, os códigos abertos ali ao meu alcance, o relógio lá na parede branca, mostrando o tempo indo manso, mas velozmente.
E então, eis que num insight me Chegou totalmente pronta – e num zás anotei por cima duma petição que fazia – a seguinte circunspecção acerca de Paraíso & Destino, aos quais atribuímos nossos episódicos sucessos ou fracassos na vida:
"Se o desindiviso paraíso é para poucos, e puro,
o luciferino destino é para muitos profundo, e escuro,
como o fundo e o fosso do poço,
raso sem água nem tamp'embaixo, no fundo."
- Primeira fatia:
- que por “desindiviso” entender-se-ia um plano espiritual, sem limite unidimensional nem demarcações de medidas convencionais;
- que o “luciferino” nada tem a ver com o Anjo decaído de que fala o Livro Santo, mas sim está no sentido substantivo de luminosidade, de claridade.
- Segunda fatia: - o que fomos cristãmente doutrinados a conceber seja o Paraíso, é um abstrato mas bonito lugar, ao qual apenas poucos, os PUROS de coração que conseguem discernir Essência de existência e imprescindível de acessório, vivem suas delícias aqui mesmo neste Plano; não é preciso Partir pra que isso dê. Que, paradoxalmente, não tendo contornos o Paraíso, sua amplitude é desindivisa; as formas várias de nossas malícias e brejeirices humanas é que nos afastam do seu âmago, do perene e verd'esperança de seus campos.
Destarte, quando entramos nalguma crise espiritual, ou mesmo estamos diante d’um sucesso material inesperado – um prêmio de loteria, por exemplo –, os atribuímos logo como obra do Destino, outro ente abstrato que funcionaria como um automóvel sem motorista e nós como passageiros... Ledo engano; o destino é claríssimo, luciferino. Seu motorista somos nós!
Portanto, quando estremamos as coisas – como diz Luzia – é que conseguimos graduá-las por sua ordem de necessidade.
Comentário d'A BALESTRA: Parabéns à Luzia Santiago pela sabedoria na bela frase, e ao Manoel, do Blog do Óbvio, que me deu conhecimento da pérola que me inspirou aqui.
Imagem: by WEB



